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Um servo do Senhor Jesus apaixonado por vidas, Esposo de Zilma Guedes Soares Da Silva, pai de Rodrigo Soares e Rafaella Soares., Bel. em Teologia,graduado pela FATIN-Faculdade de Teologia Integrada - Igarassu-PE; no ano de 2009, Pós-Graduado em Ciências da Educação-FATIN/LUSOFONA,Mestrando em Ciência da Educação-FATIN/LUSOFONA,Professor da FADUK-Faculdade Kurios, STEMM-Seminário Teologico de Missões Mundiais,FATIN-Faculdade de Teologia Integrada. Diretor de Intercessão da Mobilização Missionária, Conferencista,JUIZ ARBITRAL.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"EVANGELISTA QUE SACRIFICOU SUA VIDA PARA EVANGELIZAR DURANTE O NAUFRÁGIO DO TITANIC"
No dia 10 de abril de 1912, o navio Titanic partiu de Southampton, no Reino Unido, para sua viagem inaugural, que seria também sua última viagem. Porém, quarto dias após iniciar sua viagem, o navio se chocou em um iceberg e naufragou, entrando de maneira triste na história como a maior catástrofe marítima de todos os tempos ceifando a vida de 1.517 pessoas.

Entre as milhares de pessoas que perderam suas vidas no trágico acidente está o reverendo John Harper, que viajava para fazer uma visita e pregar na Moody Church em Chicago. Porém, devido ao trágico fim da viagem inaugural do Titanic, Harper nunca chegou ao seu destino, mas teve os momentos finais do navio como seu último campo missionário.
John Harper nasceu em uma família de cristãos devotos em 29 de maio de 1872, em Renfrewshire, na Escócia. Aos 13 anos professou a fé em Cristo e começou a se dedicar às Escrituras com um zelo pelas almas era tão intenso que aos 17 anos já estava pregando nas esquinas de sua cidade natal, enquanto se sustentava trabalhando em uma fábrica local. Depois de pregar na rua por cinco ou seis anos, ele foi ouvido pelo Rev. EA Carter da Missão Batista Pioneira em Londres, que o convidou a trabalhar em temo integral em Goven, na Escócia.

Na época de sua viagem a Chicago, Harper havia decidido reservar passagens no navio RMS Lusitania, mas, com o cancelamento da viagem desse navio reservou passagens de segunda classe no próximo navio que partiria para os Estados unidos. Então, em 10 de abril de 1912, ele embarcou no RMS Titanic junto à sua filha de 6 anos, Annie Jessie, e sua sobrinha, Jessie Wills Leitch.

Então, na noite do dia 14 de abril, o rev. Harper foi despertado pelo som do iceberg rasgando o casco do navio. Ele acordou sua filha, envolveu-a em um cobertor e, quando se tornou evidente que o navio afundaria, com lágrimas nos olhos, ele beijou sua filha, e a entregou junto de sua sobrinha a um tripulante que as colocou em um bote salva-vidas.

Como Annie e Jessie entraram no bote salva-vidas e estavam em segurança, Harper virou-se e olhou para o seu novo campo de missão: o grande número de pessoas que teriam poucos momentos de vida por causa do naufrágio. Testemunhas relatam que após o navio se partir e cerca de 1500 pessoas serem lançadas às águas geladas do mar, o rev. Harper passou seus últimos momentos nadando de pessoa para pessoa perguntando sobre o estado de suas almas e proclamando a verdade do evangelho, especialmente por meio de Atos 16:31.

Harper nadou até um homem que estava agarrado a um pedaço dos destroços e lhe perguntou: “Você está salvo?” O homem respondeu que não. Ao ouvir isso, Rev. Harper tentou levar o homem a Cristo, mas o homem recusou. Rev. Harper tirou o colete salva-vidas e deu para o homem e disse: “Aqui, então, você precisa disso mais do que eu …”, e nadou para evangelizar os outros. Um pouco mais tarde, Harper voltou a esse homem e tentou novamente o conduzir a Cristo. Rev. Harper tentou nadar para os outros, mas dessa vez começou a sucumbir à hipotermia. Suas últimas palavras foram: “Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa”.

A história do reverendo John Harper só se tornou conhecida porque esse homem para o qual entregou seu colete foi um dos seis sobreviventes que foram retirados das águas geladas. Ele conta, segundo o site leben: “Então, com dois quilômetros de água abaixo de mim, no meu desespero eu chorei a Cristo para me salvar. … Eu sou o último convertido de John Harper”.

Fonte: Gospel Mais / CPAD News

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O MILAGRE ESTA DENTRO DE NOSSA CASA.



TEXTO: 2 REIS 4: 1-7.

TEMA: “ENFRENTANDO CRISES, VIVENCIANDO MILAGRES”

I.C.T.: Neste texto sagrado vimos uma família enfrentando uma crise avassaladora e com muita fé e otimismo, obedecendo as instruções do profeta ELISEU, eles: a mulher e seus dois filhos vivenciaram um dos maiores milagres de suas vidas. Viram uma benção sem medidas sendo derramada em suas vidas, onde havia pobreza, havia agora abundancias e muito regozijo.

I – PROBLEMAS PODEM SER O MÉTODO QUE DEUS USA PARA NOS FAZER CRESCER. (2 Rs.4:1; Rm. 5:3,4).
·         É na crise que a gente cresce, amadurece e se torna mais útil para o reino de Deus.
·         Muitas vezes Deus permite que passemos por determinadas situações para nos ensinar lições que, de outra forma, não aprenderíamos.
·         É na hora difícil que se aprende a nadar para não morrer.

II – O MILAGRE DEPENDE DO QUE EU TENHO EM CASA(V. 02).
·         2Rs.4:2B “Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite”
·         Para Deus fazer um MILAGRE ELE não depende de muita coisa, pode ser uma botija com pouco AZEITE.
·         O POUCO na mão do SENHOR pode se tornar muito (Jo.6:9-esta ai um rapaz com cinco Paes de cevada e dois peixinhos).

III – O MILAGRE PODE  NÃO ACONTECER QUANDO HÁ PROBLEMA DE RELACIONAMENTO COM A VIZINHANÇA. (V. 03)
·         Pede vasilhas emprestadas para os teus vizinhos.
·         Relacionamentos quebrados impedem que Deus faça milagres em nossas vidas.
·         Nós quebramos e reconstruímos nossos relacionamentos.

IV – O TAMANHO DO MILAGRE É PROPORCIONAL AO TAMANHO DA MINHA FÉ. (V. 03).
·         Hb. 11:1 “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.
·         A fé: é atirar uma pedra no escuro e ter certeza que atingiu o ALVO.
·         Muitas vasilhas, muito azeite, poucas vasilhas, pouco azeite, depende de você.
·         Se Deus disse que vai abrir a torneira aproveite e prepare bastantes vasilhas.

V – A FONTE DO MILAGRE É INESGOTÁVEL (V. 6).
·        Mas ele respondeu (o moço) não há mais vasilhas nenhuma.
·        O azeite PAROU... ( O AZEITE NÃO ACABOU, O QUE ACABOU FORAM AS VASILHAS. O AZEITE PAROU.
·        ENQUANTO HOUVER VASILHAS (VASO) O MILAGRE CONTINUA ACONTECENDO NA MINHA E NA TUA VIDA.

CONCLUSÃO:
Em tempo de CRISE, bata na porta certa e fale com a pessoa certa, a mulher procurou ELISEU.
Ainda que seu problema tenha o tamanho do Mar Vermelho ou da Muralha de Jericó, creia em milagres.
Nunca aceite perder aquilo que  é herança do SENHOR.
Por maior que seja a crise, não faça negócio com o diabo.









segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

VENCENDO O DIA DA ANGÚTIA.


TEMA: “ QUATROS ESTAPAS PARA VENCERMOS O DIA DA ANGÚSTIA”.

TEXTO: Sl. 50: 7,15.

I.C.T.: No texto em apreço nos mostra que devemos nos relacionarmos com Deus de uma forma intima e pessoal, para que possamos enfrentar as diversas lutas do dia a dia, dentre tantas lutas as angustias. “V.7-EU SOU DEUS, O TEU DEUS”, “V.15-INVOCA-ME, NO DIA DA ANGÚSTIA EU TE LIVRAREI E TU ME GLORIFICARÁS”. Então devemos estar atento para reconhecermos as etapas para vencermos o DIA DA ANGÚSTIA.

I – RECONHECER A OCASIÃO DO DIA DA ANGÚSTIA. “No dia da angústia”.

• O que é ANGÚSTIA?: No sentido filosófico, origina-se do abismo intransponível entre o FINITO e o INFINITO. Para o pensador alemão NIETZCHE, é a luta entre o ser e o não ser. No sentido teológico, a angústia é o resultado do afastamento de DEUS da alma humana.

• Todos nós sabemos, por experiência própria, que a angustia é um sentimento terrível de ansiedade, apreensão, agonia, aperto; uma inquietude profunda que oprime o coração. As Causas são variadas: um acidente, um assalto, aperda do emprego, o término do namoro, o divórcio, o pecado a culpa. (Pv.24:10-Se te mostrares fraco no dia da angustia a tua força será pequena).

II – ACEITAR O DESAFIO E O CONVITE DE INVOCAR O SENHOR. “Invoca-me”

• Deus sabe da nossa angustia. E quer que lhe falemos a respeito, que lhe peçamos ajuda ou socorro. Esta é a primeira coisa de devemos fazer num dia de assim tão terrível. (Sl.77:1,2- “No dia da minha angústia procuro o Senhor ; erguem-se as minhas mãos durante a noite, e não se cansam”..), (Naum 1:7- “O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia, e conhece os que nele se refugiam”).

III – ACREDITAR NA PROMESSA DE DEUS. “te livrarei”.

• Quem fez a promessa? DEUS, o Senhor, o Todo poderoso! Ele é fiel! Cumpre Suas promessas.

• Pode ser que o socorro nos chegue de modo diferente do esperado, mas é certo que chegará. A bíblia está cheia de testemunhos de pessoas angustiadas que experimentaram o socorro do Todo Poderoso. (Sl.107: 6,13,19,28 – “Então na sua angústia, clamaram ao Senhor e ele os livrou das suas tribulações”).

IV – ALEGRAR-SE COM O RESULTADO “E tu me glorificarás!”

• Glorificar a DEUS com ações de graças, com adoração, com louvor, e testemunhando perante irmãos e amigos o Seu poder e Sua bondade.

• Vivendo o exemplo do rei DAVI. (Sl. 40:1-3,10 – “Esperei confiantemente pelo Senhor, Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. Tirou-me de um poço de perdição, dum tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muito verão essas coisas, temerão, e confiarão no Senhor... São muitas, Senhor Deus meu, as maravilhas que tens operado.. Proclamei a Tua Fidelidade e a Tua salvação; não escondi da grande congregação a Tua graça e a Tua verdade”) – Isto é glorificar a DEUS.

CONCLUSÃO: Você está vivendo um dia de angústia? Ore. Invoque o Senhor. Peça a sua ajuda. O Seu socorro. Ele prometeu ouvir e socorrer. Depois, não se esqueça de agradecer, de testemunhar, de glorificá-lo.


Fonte:Bíblia Anotada expandida: Chales C. Ryrie.
Livro 129 Sermões - Pr. Josué Gonçalves.
Dicionário Teologico - Pr. Claudionor de Andrede.

O USO DA LÍNGUA: BENÇÃO OU MALDIÇÃO.


TEXTO: TIAGO  3:8-11

TEMA: “NOVE RAZÕES PORQUE DEVEMOS REFREAR A NOSSA LÍNGUA”

I.C.T.:  Sem dúvida, um dos grandes problemas no relacionamento interpessoal está na dificuldade das pessoas em controlar a sua língua. Quantos ouvidos Deus nos deu? Quantas línguas? Você sabe por quê? Claro que sabemos, Deus quer que ouçamos mais e falemos menos (Tg. 3:9-(“com ela bendizemos ao Senhor e pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus”).

I – SOMOS AQUILO QUE FALAMOS E OUVIMOS, SOMOS FRUTOS DAS NOSSAS PALAVRAS.

1.1   – Na visão do profeta Ezequiel, Deus diz que: A nação de Israel dizia de si mesma que eram ossos secos. (Ez.37:11 (“Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram,  e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados”)

II – A QUALIDADE DE VIDA EM FAMÍLIA DEPENDE DO QUE É FALADO NO LAR.

1.2   – O apóstolo Pedro nos ensina na primeira epístola cap.3 e vers.10, que se quisermos ser felizes em nosso lar devemos REFREAR A LÍNGUA. (IPe.3:10 “Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente”)

III – O DESTINO DE NOSSA ALMA É DETERMINADO PELAS NOSSAS PALAVRAS.

1.3   - (Mt.12:36,37-“Digo-vos que toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo,37-Porque, pelas tuas palavras, serás justificados e, pelas tuas palavras, serás condenado.”
IV – O ESTADO DA MINHA ALMA DEPENDE DO QUE SAI DA MINHA BOCA.

1.4   (Pv.21:23 “O que guarda a sua boca e sua língua guarda das angústias a própria alma”)

V – A AUTENCIDADE DE MINHA RELIGIÃO SE MANIFESTA ATRAVÉS DO QUE EU FALO.

1.5 – (Tg.1:26 “Se alguém supõe ser religioso, deixando de REFREAR a língua, antes, enganando o próprio coração, sua religião é vã”)

VI – O QUE SAI DA MINHA BOCA PODE GERAR UMA PSICOLOGIA DE MORTE OU DE VIDA.
1.6  (Pv.18:21 “A morte e a vida estão no poder da língua” – FRASES como: não vai dar pra nada. Seu burro, Seu moleque, não sei pra que nasceu, Me arrependo de ter casado com você”)

VII – PALAVRAS PODEM CONTAMINAR COMO VÍRUS.

1.7 – (Mt.15:11 “Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem”)

VIII – O QUE SAI DA MINHA BOCA REVELA O QUE ESTÁ NO CORAÇÃO.

1.8 – (Mt.12:34 “Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração”)

IX – O QUE SAI DA MINHA BOCA PODE SER BENÇÃO OU MALDIÇÃO.

1.9 – (Tg.3:10 “De uma só boca procede benção e maldição. Meus irmãos, não e conveniente que estas coisas sejam assim”)

CONCLUSÃO: Por tanto meus amados e eleitos do Senhor devemos de todo o modo ser o mais prudente possível como o uso da língua. Devemos frear a língua, no entanto o apostolo Pedro nos orienta a REFREARMOS nossa língua e a usarmos para abençoar os nosso irmãos, os nossos superiores eclesiásticos, nossos filhos, nossas esposas, etc.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO.

Texto: Mt. 5.13-16. “Mt 5:13 Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;” “Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.” “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”

  TEMA: “Sal da terra” e “Luz do mundo” – Duas figuras que mostram como devemos influenciar o lugar aonde estamos.

  I.C.T.: Devemos observar que estas figuras nos mostram que devemos ser semelhantes a CRISTO. A LUZ (Jo.8:12 – “(Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida)”. – (Jo.12:46- Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas). O SAL também aponta para CRISTO, já que o sal era o elemento presente em todas as ofertas apresentada ao Senhor (Lv.2:13 - E todas as tuas ofertas dos teus alimentos temperarás com sal; e não deixarás faltar à tua oferta de alimentos o sal da aliança do teu Deus; em todas as tuas ofertas oferecerás sal). De modo que não se tratava de um símbolo senão de CRISTO, o Cordeiro de DEUS(Jo. 1:29-Eis o Cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo!).

1 – SER SAL DA TERRA(humanidade) É CONSERVAR O AMBIENTE ONDE SE ENCONTRA, É PRESERVAR A SUA QUALIDADE.
(Nm.18:19 “Todas as ofertas alçadas das coisas santas, que os filhos de Israel oferecerem ao SENHOR, tenho dado a ti, e a teus filhos e a tuas filhas contigo, por estatuto perpétuo; aliança perpétua de sal perante o SENHOR é, para ti e para a tua descendência contigo”

 • O cristão onde quer que se encontre, precisa ser um instrumento da persistência do Espírito Santo contra a corrupção, contra a degeneração total deste mundo. • Se o mundo ainda não apodreceu de vez é porque existe um povo que é SAL DA TERRA (humanidade).(Gês=terra).

1.1 – SER SAL DA TERRA É DAR SABOR ONDE VIVEMOS.
( Cl 4:6 A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um).

 • Como crentes salvos devemos tornar o lugar onde estamos agradavél. Como as pessoas se sentem quando estão conosco? • Estamos sendo SAL temperando o ambiente ou VINAGRE? Azedando o ambiente!.

1.2 – SER SAL DA TERRA É MANTER ANÔNIMO.

• Muita vezes como o SAL não aparece na maioria das vezes, assim é o crente genuíno, não aparece mais, deixa que o efeito de sua presença se apresente.

1.3 – SER SAL DA TERRA É, TRAZER “CALOR HUMANO”, SOLIDARIEDADE E AMOR AO LUGAR ONDE ESTAMOS.

 • Nos países temperado e frio, o SAL é utilizado para impedir que o gelo e a neve se produzam nas estradas e ruas no rigor do inverno.

 • O SAL, portanto impede que se consolide a frieza e que predomine o gelo.

 • Temos sido instrumentos para o aumento da amizade e do companheirismo estre as pessoas? Temos levado as pessoas a reavaliar a sua relação com DEUS, ou somos os principais “REFRIGERADORES” do ambiente onde estamos, levando as pessoas a se distanciar cada vez mais do “SOL DA JUSTIÇA” e do “FERVOR ESPIRITUAL”.

2 – SER “LUZ DO MUNDO” É ILUMINAR O MUNDO, É FAZER RESPLANDECER A LUZ DO EVANGELHO. 
(2Co 4:4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus).

 • É o que se faz quando praticamos a verdade, quando temos um comportamento de total submissão às ESCRITURAS SAGRADA.

 • Quando vivemos conforme a palavra de DEUS, os homens vêem que estamos na luz e identificam que somos filhos de DEUS. (Mt 5:16 - Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus).

2.1 – SER LUZ DO MUNDO É TAMBÉM TRAZER NÃO SÓ ILUMINAÇÃO; MAS TAMBÉM CALOR PARA O MUNDO.

• A luz também produz calor e é necessário que o cristão traga ao mundo, FERVOR ESPIRITUAL (Rm 12:11 Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;), para termos FERVOR ESPIRITUAL, faze-se mister que vivamos uma vida de santificação, de oração e de jejum, para que sejamos vasos de honra na casa do SENHOR e nossas palavras possas FERVER, atingindo os corações (Sl.45:1 O meu coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor).

 • Uma vida de separação do pecado é indispensável para que tenhamos FERVOR, que não se confunde com BARULHO nem tampouco com EMOCIONALISMO ou MOVIMENTOS CARNAIS.

 2.2 – SER LUZ DO MUNDO É PRODUZIR ENERGIA.

 • O Cristão verdadeiro traz ânimo e estimula os demais a buscar a DEUS, a temer a DEUS.

 • Quando o CRISTÃO vive uma vida de sinceridade, todos que estão a sua volta percebem a sua condição de Santo homem de DEUS. (2Rs 4:8-10 “Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia ali uma mulher importante, a qual o reteve para comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava por ali entrava para comer pão. E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se recolherá).

 • E, por isso passamos a desejar a sua companhia, ainda que inconsciente, pois todo homem tem dentro de si um vazio do tamanho de DEUS.

 • Muitas vidas tem se rendido a CRISTO por causa dos testemunhos destas “LUZES DO MUNDO” que estão a brilhar por este mundo afora. (Fp 2:15 Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo).

 • O verdadeiro cristão é um dínamo, uma testemunha de CRISTO que, revestida de poder, leva multidões aos pés do SENHOR JESUS CRISTO com o seu exemplo. (1Pe 2:21 Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas).

CONCLUSÃO: Fp 4:8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. Quando assumimos verdadeiramente estas figuras ensinados por Cristo que são O SAL E A LUZ da terra, seremos sem duvidas crentes capazes de influenciar positivamente no em que vivemos.

terça-feira, 22 de março de 2011

UMA ALMA POR DIA (1908)

        Foi mais ou menos nesse tempo que João Hyde lutou com Deus, face a face, acerca de um acordo definitivo, que lhe desse uma alma por dia, nada menos; não uma pessoa apenas interessada, mas uma pronta a confessar Cristo publicamente e a se batizar no seu nome. Então houve descanso da incessante e agonizante intercessão. Seu coração encheu-se de paz e certeza. Todos nós percebemos nele uma nova vida e um novo alvo, coisas que não findam aqui nesta vida - passam para o além.
        Regressou ao seu campo com essa certeza de que Deus lhe concederia uma alma salva por dia; e não foi desapontado. Isso significa longas viagens, noites de jejum e oração, sofrimento e combate; contudo, que o calor o consumisse de dia e a geada de noite. Estava reunindo as ovelhas no aprisco; o Bom Pastor vendo o fruto do seu trabalho da sua alma. Ao findar o ano, recolhera mais de quatrocentos.
        Mas estava ele satisfeito? De forma alguma. Pois o Senhor também não estava! Como podia o Senhor ficar satisfeito se uma ovelha ainda estava fora? Contudo Hyde aprendeu o segredo do poder divino: "O gozo do Senhor". Afinal de contas, quanto maior for nosso regozijo, tanto maior a nossa capacidade de sofrer. Foi assim com o varão de Deus, aquele que podia dizer: "Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós; e o vosso gozo seja completo".

        "Este texto foi transcrito do livro O HOMEM QUE ORAVA, que conta a história de um grande herói, o missionário JOÃO HYDE, que com humildade e um desejo muito grande para com os perdido e especialmente os da ÍNDIA, o mesmo conseguiu levar milhares e milhares de vidas aos pés do Mestre.
        Reflitamos pois, se de fato estamos inflamados por conquistar vidas para o Reino de Deus ou simplesmente estamos defendo nossos próprio interesses pessoais e "eclesiásticos?". Estamos lutando pela bandeira ensanguentada de Jesus Cristo lá do calvário, ou nossas próprias bandeiras denominacionais?. 
        Entedemos que os sinais estão sendo dados e que a igreja do Senhor Jesus não pode ficar no estado de inércia em uma luta carnal e vergonhosa por poder e dinheiro, a Igreja Brasileira deve aproveitar a grande oportunidade que o Eterno tem dado para avançarmos no campo missionário transcutural.

domingo, 6 de março de 2011

UMA HERANÇA INEGOCIAVÉL

TEXTO: IRs.21:3



TEMA: “ UMA HERANÇA INEGOCIAVÉL

I.C.T.: No texto em estudo encontramos personagens que tomaram decisões que de fato mudariam suas vidas, alguns tomaram decisões acertadas e outros tomaram decisões erradas.

O primeiro foi o rei mau e cruel, chamado “ACABE-o Tio”, este péssimo rei, apesar de ter grandes vitórias dada por DEUS, ele(ACABE) não reconhece a grandeza e soberania do Eterno. (IRs.20:29,30). Pois o mesmo fez uma aliança com BEM-HADADE seu inimigo sírio. (IRs.20:32b).

O segundo personagem é “JEZABEL-Um monte de lixo” a mulher de “ACABE”, esta não era israelita e sim Sidônia pois o seu pai era “ETBAAL” rei dos Sidônios (IRs.19:31). Foi esta mulher que com sutileza introduziu o culto a BAAL e aos Postes Ídolos, esta mulher tinha em redor de sua mesa 450 profetas de BAAL e 400 profetas de AZERA/ASTAROTE e outras divindades Finícias (IRs.18:19). A decisão de JEZABEL de continuar no pecado e na adoração aos ídolos levou-a a uma morte trágica, sendo jogada da janela do palácio (2Rs.9:33). E teve as suas carnes devoradas pelos cães.

O terceiro personagem é “NABOTE”, o nome NABOTE significa: “SUPERIORIDADE, ABUNDANCIA, FRUTÍFERO”. Este tomou uma decisão que lhe traria profundas marcas e mudarias totalmente sua vida, o mesmo quando abordado por ACABE para lhe vender sua HERANÇA, ele(NABOTE) se posiciona firme e diz: “NÃO VENDO, NÃO TROCO E NÃO DOU a herança dos meus pais. Na verdade esta herança foi dada pelo próprio DEUS (Lv.25:23-28); (Nm.36;7,8.) e NABOTE estava pronto se possível for defende-la com sua própria vida.

I – A HERANÇA DE NABOTE ERA UMA HERANÇA DADA POR DEUS (IRs.21:3)

• NABOTE se recusa a vender sua vinha, pois era uma herança que ele havia recebido de DEUS. (Lv.25:23-28)-“Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos”. (Nm.36:7,8)-“Assim, a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo; pois os filhos de Israel se hão de vincular cada um à herança da tribo de seus pais. 8Qualquer filha que possuir alguma herança das tribos dos filhos de Israel se casará com alguém da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais”.

• Disse ACABE a NABOTE: “Dá-me a tua vinha e eu vou te dar por ela “OUTRA MELHOR” – NABOTE recusa uma proposta visivelmente vantajosa (IRs.21:3)-“Eu não darei a herança dos meus pais, guarde-me o Senhor”.

• NABOTE não se contaminou mesmo estando próximo ao palácio real de ACABE, onde havia muita idolatria e culto aos ídolos. NABOTE morava ao lado do palácio de ACABE, mas não se deixa contaminar pela má influência da família real idólatra, pelo contrário ele se mantém separado, santo. (Lv.20:7,8) – “Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso Deus. Guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o Senhor, que vos santifico”. – (Rm.12:2) – “E não vos conformeis com este século, mas trasnformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.


II – CONCEITUANDO HERANÇA, O QUE É UMA HERANÇA?

• A palavra HERANÇA é substantivo feminino, e dentre tantos significados alguns nos predem a atenção tais como: LEGADO, POSSE, HERDADE.

• No sentido jurídico é: Tudo que se herda por disposição testamentária ou por sucessão legal.

• Propriedades ou bens recebidos de um antepassado após sua morte. (IRs.21:3).

• Em uma linguagem figurada, é a terra de CANAÃ dada por DEUS ao seu povo. (IRs.8:36) – “ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e do teu povo de Israel, ensinado-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra, que deste em herança ao teu povo”.

• O próprio DEUS (JAVÉ) é também a nossa HERANÇA. (Sl.16:5) – “O Senhor é a porção da minha herança e meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte”.

• O reino de DEUS com todas as suas bênçãos tanto as presentes como as futuras, também são nossa herança. (Hb.9:15,16) – “ 15Por isso mesmo, ele é mediador da nova aliança, afim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que tem sido chamados. 16 Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador”. (Rm.8:17) – “Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de DEUS e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados”. (IPe.1:3,4,5) – “3Bendito o Deus e Pai de nosso de Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 4 para um herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros, 5 que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo”.


III – APESAR DAS INVESTIDAS DO INIMIGO DEVEMOS DEFENDER NOSSA HERANÇA. (IRs.21:6) – (IRs.21:10).

• JEZABEL: “ um montão de lixo”, se levantou com todo o seu furor e investiu forte contra a vida de NABOTE. (Ap.2:20) – “Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos”. Não deixe que um montão de lixo, venha neutralizar a sua herança.

• NABOTE foi apedrejado e morto e por um momento eles cantaram vitória (JEZABEL/ACABE).(V.15. Tudo fruto de uma perniciosa mentira, o nosso inimigo fará de tudo para nos fazer fracassar. (IRs.21:9,10).

• No entanto DEUS intervém na historia e diz a ELIAS, que vá falar com ACABE e diz: “procure ACABE pois o mesmo está na VINHA de NABOTE – na visão de ACABE E JEZABEL, NABOTE perdeu a HERANÇA. Mas para DEUS a HERANÇA sempre SERÁ de NABOTE. (IRs.21:17,18).


IV – NABOTE TINHA UMA VINHA (IRs.21:18).

• Vinha era uma plantação de videira que tinha um cultura permanente, com duração média de 20 anos – VINHA=KEREM.

• HORTA=YEREK: Variedades de culturas, culturas temporária, de curta duração.

• Nunca despreze sua vinha, pois ela é um projeto de grande e longa duração. (Pv.24:30,31) – “30 Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento; 31 eis que tudo estava cheio de espinhos, a sua superfície, coberta de urtigas e o seu muro de pedra, em ruínas”.


CONCLUSÃO: Tendo em vista este grande empreendimento que é a sua VINHA, cuide dela, deixai-a crescer e crescer com muita qualidade. A VINHA por ser uma herança valiosa devemos nos posicionarmos em não negociarmos nossa herança. Como vinha devemos crescer: A VINHA CRESCE VERTICALMENTE PRIMEIRO, DEPOIS CRESECE HORIZONTALMENTE. Crescemos pois em direção aos céus, a Deus e depois cresceremos também para os lados e estendendo nossos ramos e frutos para alcançar os sedentos e os famintos. Não negocie sua herança pois ela deve dar muitos frutos e frutos bons. (Mt.7:15-20).

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

COMPREENDENDO ALGUNS ASPECTOS DA OBRA MISSIONÁRIA

TREINAMENTO MISSIONÁRIO


Para entendermos os critérios das mudanças na área de ensino missiológico em todo o mundo nos últimos 30 anos precisamos estudar as tendências teológicas presentes em cada contexto.

A grosso modo veríamos que nos anos 70 a missiologia possuía uma ênfase eclesiológica localizada e pragmática. Avaliava-se na época a identidade da Igreja como comunidade responsável por transmitir o evangelho de Cristo por toda a terra. Esta ênfase eclesiológica com aplicabilidade pastoral/eclesiástica definia a formação da mentalidade evangélica levando à uma consciência de quem nós somos e para que fomos chamados. A parte das instituições missionárias especializadas nas áreas de tradução e serviço social não participavam integralmente do afã da Igreja e o treinamento missionário voltava-se mais para a conscientização da responsabilidade evangelistica do que para o método ou estratégia missionária. Foi uma época de fundamentação missiológica, a época dos conceitos, que preparou a Igreja dos países emergentes para a segunda década.

Nos anos 80 iniciou-se um processo centrado na análise e avaliação do campo missionário e notamos o que tenho chamado de ''Efeito PNA'' (Povos Não Alcançados) fazendo com que Missões passasse a ter uma forma gráfica e estatística. Quem são os PNAs, onde estão e como alcançá-los. Surgiram os pesquisadores, os movimentos de categorização da prioridade missionária no mundo e a ênfase na definição do que seria a grande meta missionária da Igreja nos próximos anos. Movimentos como AD 2.000, WEC International (AMEM), World Mission e outras dedicavam-se intensamente à tarefa de definir o que era, onde estava e qual a chance de alcançar os grupos ainda intocados pelo evangelho. Definiu-se a janela 10X40, entendeu-se a dimensão do desafio islâmico, foi revelada a necessidade de investimento missionário entre o crescente grupo dos 'Sem Religião'' e compreendeu-se melhor a permanente resistência dos grupos animistas além do sempre presente perigo do sincretismo religioso. Era a década da definição da largura, extensão e profundidade do restante não alcançado em nossa geração e do que ainda precisava ser feito.

Dois grandes passos haviam sido dados até então: a fundamentação de uma missiologia voltada para a identidade da Igreja e o estudo dos grupos alvos do esforço missionário. Neste ínterim, através do massivo envio missionários nos anos 80, percebeu-se a existência de uma brecha entre o ideal missionário e a realização missionária e assim entramos na década seguinte com uma forte consciência de que faltava algo.

Nos anos 90, com a visão das limitações missionárias, problemas frequentes de contextualização e comunicação transcultural, limitada aplicabilidade das teologias bíblicas em contexto inter-cultural e reduzido número de igrejas autóctones entre os grupos recém alcançados, fomos levados a crer que a formação missiológica, a descrição de nossa identidade funcional, princípios e conceitos como Corpo chamado a fazer diferença na terra, era insuficiente perante o sonho de plantio de igrejas no restante intocado do planeta. Faltavam-nos instrumentos, preparo prático, instrução sobre como fazer, tecnicabilidade; enfim, faltava-nos um manual sobre ''como fazer'' - treinamento missionário. Ao longo dos anos 90 nos rendemos à conclusão de que o grande desafio da década, e possivelmente da década seguinte, seria a preparação teológica, ortoprática e funcional de obreiros transculturais e assim passamos a falar em redefinição de currículos, idealização de melhores treinamentos, fundação de novas escolas de Missões e toda a ênfase voltou-se para a pessoa do missionário gerando também um aprofundamento nos critérios de aceitação, treinamento e envio de novos missionários. Fenomenologia da Religião, Antropologia Cultural, Fonética, Aprendizado de Línguas, Tradução e Teologia de Missões ganharam ênfase em várias instituições de ensino.

Ao fim da década de 90 a consciência da necessidade de melhor formação de obreiros foi captada de maneira geral entretanto ainda estudamos a melhor fórmula de fazê-lo. Precisamos de mais pragmatismo em nossa compreensão do caminho a tomar.

Prejuízo Histórico

Vivemos em um prejuízo histórico missionário como todos os países missiologicamente embrionários onde possuímos uma pequena leva de missiólogos para um grande número de instituições de treinamento missionário onde a grande maioria de nossos professores não tiveram a oportunidade de serem expostos a um contexto transcultural missionário e por outro lado, o grosso dos nossos missionários mais experientes ainda encontram-se na ativa em diferentes campos. Este é um prejuízo histórico comum no momento que nos encontramos, basicamente vivendo a nossa segunda geração missionária. D.L. Zabunn, professor de missiologia no Betany Mission Seminariy na África do Sul afirma que normalmente apenas a partir da sexta geração missionária um pais passa a contar com um número substancial de missionários envolvidos na formação de novos obreiros e ''devemos lembrar que missionários funcionalmente capazes em seus campos não são necessariamente missiólogos ou professores de missões'' . Países como a Coréia do Sul, Nova Zelândia, Austrália, Brasil e Tanzânia vivem situações parecidas do ponto de vista do preparo: a falta de uma ponte que una a realidade do desafio do campo missionário e a presente proposta de preparo missiológico.

É certo que não podemos lidar com todas as implicações desta realidade histórica na qual nos encontramos entretanto creio que podemos minimizar seus efeitos. Precisamos definir nossas prioridades e limitações em nosso treinamento e formação missionária. Costumo afirmar que, pela índole evangelística da Igreja brasileira, temos em nosso território um laboratório natural para a formação de plantadores de igrejas. Somos uma nação etnicamente multicultural e nossas raízes histórico / culturais remontam a um passado menos distante que países com homogenia étnica fazendo com que a chamada ''Expectativa Cultural'' seja menos gritante.

Para minimizarmos os efeitos do prejuízo histórico no qual nos encontramos creio que poderíamos pensar e tentar enfatizar, sob as definições de sua aplicabilidade funcional, três áreas da formação missionária as quais, pelo simples fato de serem comumente apontadas por obreiros provindos de ''novos países'' como as principais barreiras na tentativa de uma verdadeira comunicação do evangelho em grupos mais isolados, constituem para mim o supra sumo da nossa carência de treinamento integral. São elas a Antropologia Cultural, Teologia Bíblica e Aprendizado de Línguas.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

UMA CARTA, UM ESCRAVO E UM AMIGO.

CURIOSIDADE ACERCA DA CARTA DE PAULO A FILEMOM:


Esta é uma carta pessoal (embora não particular; conforme o versículo 2) que Paulo escreveu a Filemom, um de seus convertidos e um bom amigo.

Filemom era um homem de boa posição social em cuja casa, na cidade de colossos, se reunia um grupo de cristãos. Um de seus escravos, chamado ONÉSIMO, fugiu para a cidade grande (ROMA, ou talvez, ÉFESO), onde facilmente podia ficar sem ser notado. Ali, por um ou outro motivo, entrou em contato com o apóstolo Paulo, que estava na prisão, e, através dele, se tornou cristão.

Paulo estimava o jovem ONÉSIMO como se fosse um filho, mas legalmente ele pertencia a FILEMOM. Não era nada fácil para Paulo e ainda mais difícil para ONÉSIMO - que estava sujeito a um castigo terrível por ter feito o que fez – mas era necessário que ONÉSIMO voltasse e acertasse a situação com o seu dono. Paulo não podia ficar com ONÉSIMO sem o consentimento de FILEMOM.

Foi então que Paulo escreveu essa carta explicativa a favor de ONÉSIMO. E TÍQUICO foi com ele, para fazer companhia e dar apoio moral, levando as últimas notícias e uma carta de PAULO à igreja colossense (Cl.4:7-9).



O ONÉSIMO que estava voltando a Colossos era bem diferente daquele que havia fugido. Por isso, PAULO faz um apelo a FILEMOM no sentido de tratar esse escravo como irmão em Cristo – como se fosse como próprio apóstolo (Fl.16-17).

FILEMOM se sentiria pressionado a fazer o que PAULO estava pedindo. No versículo 8, PAULO deixa claro que ele poderia ordenar o que FILEMOM devia fazer; no entanto, preferia pedir, em nome do amor. Ao se apresentar como “PAULO, o velho e, agora, até prisioneiro de CRISTO” (9), o apóstolo apela aos sentimentos de FILEMOM. Na verdade, ele estava pedindo que FILEMOM libertasse ONÉSIMO da escravidão e o mandasse de volta (13), em parte pelos serviços que PAULO havia prestado a FILEMOM. PAULO faz uso de um costume daquela época: quem recebia um presente tinha a obrigação de retribuir com outro. Isto explica o apelo no versículo (19): FILEMOM devia a sua própria vida cristã a PAULO. Havia mais pressão ainda pelo fato de essa carta ter de ser lida à igreja que se reunia na casa de FILEMOM. E PAULO estava confiante de que FILEMOM acataria o pedido e reanimaria o seu coração (20). Tudo isso foi formulado com palavras de louvor e incentivo.

Esta epístola mostra de forma bem clara como PAULO lidaria com a questão da escravidão na comunidade de CRISTO. Ela não é aceitável – e ele quer que a comunidade cristã seja um exemplo do que o mundo deveria ser. Embora PAULO não tenha abordado especificamente a questão da escravidão, seu pedido a FILEMOM era como instalar um bomba-relógio junto ao sistema escravocrata.

• ÁFIA (2) Talvez fosse a esposa de FILEMAOM. AQUIPO poderia ser o filho deles.

• INÚTIL...ÚTIL (11) PAULO fez um jogo de palavras com o nome de ONÉSIMO, que significa “Ú T I L”.

• VERSÍCULOS 15-16: A escravidão era parte integrante da estrutura social da época. PAULO queria que ONÉSIMO fosse aceito de volta, não como propriedade, mas como irmão. Não deveria mais ser tratado como escravo. Embora não diga isso diretamente, o versículo (16) dá a entender que PAULO queria que o escravo fosse alforriado. A nova comunidade cristã devia ser diferente da sociedade em geral, tanto em termos espirituais como em termos sociais.

• VERSICULOS 18-19: Ao escrever, “eu pagarei”, PAULO lembra a boa ação do samaritano na história que JESUS contou (Lc.10:35).

• EPAFRAS, MARCOS... (23-24) Conforme Cl.4.

FONTES: BIBLIA ANOTADA E EXPANDIDA-Charles C. Ryrie.
                 MANUAL BIBLICO - SBB.



domingo, 28 de novembro de 2010

PERFIL DE UM JOVEM CHAMADO POR DEUS

TEXTO: I SM. 9:6


TEMA: “Perfil de um homem de Deus”

I.C.T.: “Samuel foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas. Era homem de profunda piedade e discernimento espiritual, inteiramente dedicado à realização dos propósitos de Deus referentes a Israel (...) Foi chamado para guiar a Israel em algumas das maiores crises de sua história, e chega quase à estatura do próprio Moisés. Sem qualquer vontade de sua parte, viu-se no papel de ‘fabricante de reis’, pois foi comissionado a ungir a Saul, o primeiro rei, então a Davi, o maior dos reis de Israel”.
É justamente dessa vida de que vamos pinçar alguns traços para compor o perfil de um homem de Deus.

1. Chamada — Ninguém pode se apresentar onde quer que seja como homem de Deus a não ser que tenha sido chamado. E quem chama é o próprio Deus: “Rogai, pois ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara” (Mateus 9.38). Foi assim com Abraão: “Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei” (Gênesis 12.1); foi assim com Moisés: ”Agora, pois, vem e eu te enviarei a Faraó, para que tires do Egito o meu povo, os filhos de Israel” (Êxodo 3.10); foi assim com Paulo: “mas levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te cumpre fazer” (Atos 9.6). O homem de Deus tem uma inequívoca chamada de Deus: ”Samuel! Samuel! Ao que respondeu Samuel: Fala, porque o teu servo ouve” (1Samuel 3.10). Você se lembra do dia em que Deus o chamou?

2. Preparo — Quando Deus chama alguém para uma tarefa específica na sua seara, Ele mesmo provê o preparo necessário. Às vezes, antes da própria chamada, como ocorreu com Moisés (na casa de Faraó), com Paulo (aos pés de Gamaliel). O homem de Deus precisa de preparo, e na vida de Samuel percebemos esse traço bem delineado: “Samuel, porém, ministrava perante o Senhor, sendo ainda menino...” (1Samuel 2.18); “Entrementes, o menino Samuel crescia diante do Senhor, como também diante dos homens” (1Samuel 2.26). É interessante notar que Lucas, ao descrever o crescimento de Jesus, praticamente copia este último verso (cf. Lucas 2.52). O preparo de Samuel foi integral: compreendeu teoria e prática. E o seu preparo, como tem sido?

3. Trabalho — Este traço na vida de Samuel extrapola o seu tempo: “Samuel julgou a Israel todos os dias da sua vida. De ano em ano rodeava por Betel, Gilbal e Mizpá, julgando a Israel em todos esses lugares. Depois voltava a Ramá, onde estava a sua casa, e ali julgava a Israel; e edificou ali um altar ao Senhor” (1Samuel 7.15-17). Nestes tempos de ativismo é bom prestar atenção a essas palavras. O texto deixa claro que Samuel, embora trabalhasse todos os dias, era um homem organizado. Seu trabalho submetia-se a um planejamento anual. Será que temos conseguido planejar nosso trabalho pelo menos pra uma semana? O homem de Deus precisa ser devotado ao trabalho: “Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; vem a noite, quando ninguém pode trabalhar” (Josué 9.4).

4. Fé — O quarto traço que pretendo avivar neste perfil do homem de Deus é a fé. Sem fé a chamada perde todo o seu sentido; sem fé, o preparo é incompleto; sem fé, o trabalho é infrutífero: “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11.6). O homem de Deus precisar ser, necessariamente, um homem de fé. Samuel o foi. A casa de Israel estava afastada de Deus e entregue a toda a sorte de idolatria. Os filisteus eram ameaça iminente. Diante dessa situação caótica Samuel reúne o povo para dizer que a esperança está em Deus. Começa com uma condição: “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor” e conclui com uma promessa: “ele vos livrará da mão dos filisteus” (1Samuel 7.3). O povo aceitou o desafio, voltou-se para Deus, confessando seu pecado e livrando-se dos ídolos. O inimigo veio com toda a sua fúria, enquanto o povo mais se aproximava de Samuel: “Não cesses de clamar ao Senhor nosso Deus por nós para que nos livre da mão dos filisteus (1Samuel 7.9). Indiferente ao ataque do inimigo, Samuel ofereceu um cordeiro em holocausto, clamou ao Senhor, e o Senhor honrou a sua fé: “Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegavam para pelejar contra Israel; mas o Senhor trovejou naquele dia com grande estrondo sobre os filisteus, e os aterrou; de modo que foram derrotados diante dos filhos de Israel” (1Samuel 7.10). O homem de Deus precisa não somente de fé; é necessário que ele viva a sua fé, diante do povo.

5. Transparência — Mais do que em qualquer outra época o ministério precisa de transparência. Vivemos numa época de golpes, de falcatruas; estamos no tempo em que a lei é levar vantagem em tudo. Nunca a figura do pastor foi tão aviltada, até porque está muito difícil estabelecer a diferença que existe entre pastor e pastor. Na vida de Samuel o texto fala por si só: “Eis-me aqui! Testificai contra mim perante o Senhor, e perante o seu ungido. De quem tomei o boi? ou de quem tomei o jumento? ou a quem defraudei? ou a quem tenho oprimido? ou da mão de Deus tenho recebido suborno para encobrir com ele os meus olhos? E eu vo-lo restituirei. Responderam eles: Em nada nos defraudaste, nem nos oprimiste, nem tomaste coisa alguma da mão de ninguém. Ele lhes disse: O senhor é testemunha contra vós, e o seu ungido é hoje testemunha de que nada tendes achado na minha mão. Ao que respondeu o povo: Ele é testemunha” (1Samuel 12.3-5). A vida do homem de Deus deve ser marcada pela transparência: ampla; geral; irrestrita.

6. Amor — Na composição do perfil de um homem de Deus, sem dúvida, o amor é um traço de todo indispensável. Aliás, o traço do amor, de tão importante que é, não sobressai, justamente porque, estando presente em todos os demais, confunde-se com eles. A vida de um homem de Deus é uma vida de amor. Assim é que, na vida de Samuel, não vou destacar um momento caracterizado pelo amor. A sua vida inteira foi uma vida permeada pelo amor. “Samuel julgou a Israel todos os dias da sua vida” (1Samuel 7.15). Se você quer ser um verdadeiro homem de Deus, comece por amar o povo.

7. Humildade — Para completar este perfil em que estamos trabalhando, vamos pinçar o sétimo e último traço, característico da vida de Samuel — a humildade. Se o homem aceita o desafio da chamada, adquire o preparo necessário e se dedica ao trabalho com fé, transparência e amor, com certeza Deus vai atuar grandemente em seu ministério, e é aí que ele vai ter que demonstrar toda a sua humildade. Embora seja tentado, a cada momento, a achar que é ele quem está realizando uma grande obra, não pode perder de vista o fato de que é Deus quem realiza, através da sua instrumentalidade. Se porventura há honra, glória, louvor, tudo deve ser dirigido única e exclusivamente a Deus. A postura do homem de Deus é aquela recomendada pelo Mestre: “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somo servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer” (Lucas 17.10). Foi a atitude de Samuel. Embora a sua atuação tenha sido decisiva na derrota dos filisteus, ele fez questão de deixar bem claro para o povo que todo o mérito pertencia ao Senhor. “Então Samuel tomou uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e lhe chamou Ebenézer; e disse: “Até aqui nos ajudou o Senhor” (1Samuel 7.12).



Conclusão: Você é um homem de Deus? Como está hoje o seu perfil? A minha oração neste seu dia é que o povo tenha condição de dizer a seu respeito:

“Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e ele é muito considerado; tudo quanto diz, sucede infalivelmente. Vamos, pois, até lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir” (1Samuel 9.6).

domingo, 22 de agosto de 2010

TRÊS ESTRADAS E UM SÓ CAMINHO.

TEXTO: AT.8:26; AT.9:1,2,3; LC.10:30 E JO.14:6.


TEMA: TRÊS ESTRADAS E UM SÓ CAMINHO.

I.C.T.: Algumas vezes nos encontramos em estradas que nos levam a muitas decepções, por quanto estas estradas parecem-nos muito apropriadas para nosso crescimento e de repente nos encontramos: FRUSTRADOS, RELIGIOSOS E EGOÍSTAS, E COM PROFUNDO SENTIMENTO DE PERCAS. No entanto é nos apresentado um CAMINHO soberano que é JESUS CRISTO (Jo.14:6). Por isso devemos ouvir a voz do Senhor dizendo-nos: Saiam destas ESTRADAS, sai de GAZA, saia de DAMASCO, saia de JERICÓ e venha para o CAMINHO, a VERDADE, e a VIDA.



I – A PRIMEIRA ESTRADA É A DE GAZA (AT.8:26).

• GAZA é a estrada da “FRUSTRAÇÃO”.

• O EUNUCO vinha de JERUSALÉM na estrada de GAZA, só que não entendeu nada do ritual lá de JERUSALÉM (At.8:29,30,31).

• EUNUCO venceu na vida, conquistou posições sociais só que o mesmo não tinha filhos.

II – A SEGUNDA ESTRADA É A DE DAMASCO (At.9:1,2,3).

• A estrada de DAMASCO é a estrada da RELIGIOSIDADE, DO EGOÍSMO HUMANO, é a estrada do EU.

• SAULO cai por terra (At.9:4).

• Quando caímos nesta estrada DEUS sempre irá nos confrontar e levantará alguém para nos dar as mãos. (At.9:7-guiando pela mão).

• DEUS sabe como você chegou neste lugar (At.9:11,12).

III – A TERCEIRA ESTRADA É A DE JERICÓ (LC.10:30).

• A estrada de JERICÓ é a estrada das percas.

• É a estrada dos ferimentos, onde somos maltratados, roubados.

• É a estrada onde os outros acham que estamos mortos. (LC.10:30-Semi-morto).

• Nesta estrada os que podem nos ajudar não nos ajudam (LC.10:31), O SACERDOTE: Viu e passo de LARGO – O LEVITA: Viu e passou de LONGE.

• Porém JESUS vai mandar alguém (certo SAMARITANO), que se compadecerá de você.

• JESUS vai curar todas as tuas “FERIDAS”.

• Receba óleo (UNÇÃO) e vinho (ALEGRIA, SALVAÇÃO), (LC.10:34).

IV – JESUS É O VERDADEIRO E ÚNICO CAMINHO (JO.14:6).

• O caminho correto para a humanidade é o SENHHOR JESUS (JO.14:6).

• JESUS é esse único caminho, há diversos caminhos no entanto só existe um caminho verdadeiro: JESUS.

CONCLUSÃO: Saia das estradas de problemas e venha para o caminho verdadeiro, “NINGÉM VEM AO PAI SENÃO POR MIM”

terça-feira, 15 de junho de 2010

AMIGOS VERDADEIRO NOS AJUDARÁ EM NOSSA MISSÃO.

TEXTO: Mc.2:1-5


TEMA: “QUATRO AUTÊNTICOS AMIGOS”

I.C.T.: O paralítico que era transportado na cidade de Cafarnaum tinha pelo menos quatro amigos. Quais são as marcas dos autênticos amigos? Vamos a elas!:

I – AMIGOS AUTÊNTICOS ACREDITAM NA POSSIBILIDADE DE MUDANÇAS (Mc.2:3).

• Não adianta ter amigos que não acreditam na possibilidade de um milagre em nossa vida.

• Não basta ter amigos ao lado, apenas distraindo-nos de nossa angústia, apesar de que isso não seja ruim.

• Os amigos do paralitico eram “PARTEIROS”. Eles acreditaram que a vida daquele homem podia ser mudada, que coisas novas poderiam vir à luz em sua vida. Eles acreditavam que JESUS CRISTO podia mesmo fazer o milagre. Eles ajudaram trazer a luz o milagre na vida do amigo.

Muitas pessoas são como “COVEIROS” na vida dos outros. Têm prazer em matar as esperanças, os sonhos, os projetos, os ideais etc. É muito difícil viver coma alguém que nunca acredita nas nossas idéias, dos nossos sonhos, possibilidades... Esses amigos são maridos, filhos, pais, esposas, dizendo: “Você não pode. Você não vai conseguir... Não adianta tentar!.

II – AMIGOS AUTÊNTICOS SEMPRE ESTÃO DISPOSTOS A NOS CARREGAR QUANDO NECESSÁRIO.

• Há momentos na vida que precisamos ser carregados, senão morreremos a beira do caminho.

• As pessoas sabem que podem contar com você para carregá-las?.

• Você é dos tais “PARTEIROS” que todo mundo gosta de ter por perto?. Aquele sujeito que gosta de estar sempre incentivando: “Vamos lá! É isso ai. Nós vamos conseguir! Deus não decepciona os que o buscam com fé!”?.

III – AMIGOS AUTÊNTICOS NÃO PARAM DE CAMINHAR CONOSCO MESMO QUANDO SURGEM OBSTÁCULOS.

• Há pessoas que se dispões a ir com a gente até um determinado ponto. Mas quando chegam e se deparam com a real situação, e se dão conta de que para ajudar mesmo, vão ter que dispor dos seus dons, da sua capacidade, do seu trabalho e do seu sacrifício, param.

• Superam obstáculos para ver a vitória do amigo.

• Bem aventurados os que têm amigos assim.

IV – AMIGOS AUTÊNTICOS ABREM PORTAS ONDE HÁ OBSTÁCULOS.

• Sacrificam seus dons, talentos, recursos etc.

• Amigos não sonegam seus dons ao socorrer aquele que precisa.

• Solidariedade é a marca dos grandes amigos.

• Ao ver Jesus perdoando o rapaz, muitos ficaram zangados (Mc.2:5,6)... Muita gente fica brava quando há perdão. Há uma grande disposição nos seres humanos de condenar, de acusar, de exterminar e de matar. Há quem ache que perdão sempre é demais. E Jesus o perdoou... Porque é assim... (Mt.18:21,22).

• Às vezes a luta do nosso amigo só vai ser vencida se ele for perdoado. E o perdão cura! Há alguém a quem você precisa pedir perdão? Então, apresse-se em pedi-lo para que você possa andar de novo.

Jesus pega nossa maior fraqueza e a transforma no nosso maior troféu... A cama era a marca da derrota daquele homem. Quem é o sujeito? É aquele que não sai da cama. Ele não tem alternativas, só pode ficar sobre a cama, e agora, depois do encontro com Jesus, quem é o sujeito? É aquele que carrega a cama! Antes, ele era carregado sobre ela, agora ele é quem a carrega porque Jesus Cristo age assim. Ele pega sua maior fraqueza e a transforma no seu maior troféu.

V – QUATRO VERDADES SOBRE AMIGOS AUTÊNTICOS.

• Amigos não são opcionais; eles são necessários. Não existe substituto para um amigo – alguém que se importe, ouça, sinta, console e, sim, que se necessário repreenda.

• Os amigos não são automáticos, precisam ser cultivados. (Pv.18:24). “O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”.

• Os amigos não são neutros; eles causam impacto em nossa vida. (1Co.15:33).

• As amizades têm diversos níveis, algumas delas desempenham papéis mais significativos em nossas vidas do que outras:

• 1 – Temos conhecidos;

• 2 – Temos amigos casuais;

• 3 – Temos vários amigos chegados e

• 4 – Poucos amigos íntimos.

Conclusão: Este homem paralitico teve uma grande experiências em sua vida a de que quatro verdadeiros amigos que se dispuseram á ajuda-lo, enfrentado grandes obstáculos e crendo que o problema do seu amigo teria um fim. Quando este fosse levado a presença de JESUS.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O MEU MAIOR AMIGO - JESUS!

JESUS AMAVA SEUS DISCÍPULOS


Os discípulos de Jesus não eram simplesmente discípulos.

Eram amigos. E amigos com “A” maiúsculo. Veja o que Ele disse em João 15:15-“Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado de amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer”.

O mestre mesmo provou esta amizade. Em João 15:13-está escrito que: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.

Não basta ser um discipulador. É necessário ser um discipulador de verdade. Como também, não basta ser um professor de escola dominical ou missionário pronto intelectualmente para ganhar almas nos lugares mais longínquos. É necessário parecer-se com Jesus.

Ele se interessava em solucionar os problemas das pessoas que se aproximava d´Ele para ouvir seus ensinamentos. Ele não dizia para alguém problemático aquelas frases muito usadas pelos políticos, quando desejam escapulir: “Procure-me no ano que vem no meu gabinete”, ou, “Vou resolver o seu problema, se for eleito”, e depois simplesmesocinte desaparece.

É claro que nem sempre podemos resolver todos os problemas dos nossos alunos, ou discípulos, mas podemos participar na solução de cada um desses problemas. Como? A oração é a primeira participação decisiva. Não está escrito que a oração de um justo tem um poder extraordinário (Tg.5:16)?.

O relacionamento de Jesus com os alunos não era simples consideração. “ERA AMOR DE VERDADE”.

Enquanto alguns dos seus próprios discípulos: “Pastores, Bispos, Missionários, etc., buscam fama e posição social, Ele próprio afirmara que viera para SERVIR (Mt.20:28).

Eis a razão pela qual não se julgou tão cansado para atender um mulher problemática que precisava d´Ele (Jo.4:6,7). Nem se achou rebaixado em entrar na casa de Zaqueu, um publicano excluído da sociedade.

Ora, se objetivo de sua vinda ao mundo fora “buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc.19:10), como poderia se afastar das pessoas que desejava alcansar?.

• JESUS via as pessoas como “OVELHAS”, não como objeto, que completassem suas paixões pessoais.

• JESUS via as pessoas como necessitadas de um SALVADOR, e não como um comerciante sovina, que espera algo em troca.

• JESUS vias as pessoas como escrava de satanás, por isso, tudo fazia para libertá-las, e não como um pastor mercenário, que busca enriquecimento fácil.

Entendeu por que os discípulos o amavam tanto, a ponto de exporem suas vidas em favor do seu EVANGELHO?.

Já imaginou um missionário sem AMOR?.
Um líder sem AMOR?.
U professor de escola dominical que só deseja mostrar aos seus alunos que tem bons conhecimentos, e não ensina com AMOR?.

A carreira de qualquer um destes estará fatalmente com os dias contados

Fonte:"livro:manual do discipulador cristão"



segunda-feira, 7 de junho de 2010

POVOS 100% ISLAMICOS


Vamos conhecer melhor os povos que tem como maioria (quase 100%) de seguidores do Islamismo e a melhor maneira de orar por eles.
Conhecer para interceder!
Principais grupos de povos muçulmanos:

Aqueneses - 3,1 milhões em Sumatra, Indonésia;
Árabes argelinos - 18,3 milhões na Argélia e França;
Azerbaijani - 18,1 milhões no Azerbaijão, Irã e na Turquia;
Bósnios - 1,7 milhões na Bósnia;
Bugis - 3,1 milhões em Sulauesi, Indonésia;
Decani - 11,7 milhões na índia;
Fulani - 15 milhões em Niger, Mali e Benin;
Hausa - 22 milhões em Niger e Nigéria;
Hui - 9,1 milhões na China;
Madureses - 11,2 milhões em Madura e Java, Indonésia;
Macassareses - 1,7 milhões em Sulauesi, Indonésia;
Malaios - mais de 12 milhões na Tailândia, Malásia, Brunei, Singapura e Indonésia;
Minancabau - 7 milhões em Sumatra, Indonésia;
Árabes marroquinos - 11 milhões no Marrocos;
Palestinos - 5,3 milhões em Palestina, Israel, Jordânia e Líbano;
Sindi - 18 milhões na Índia e no Paquistão;
Somali - 10 milhões na Somália, Etiópia e Djibuti;
Sundaneses - 27 milhões em Java, Indonésia;
Turcos - 42 milhões na Turquia e Alemanha;
Uigures - 7,6 milhões no noroeste da China;
Uzbeques - 21 milhões na Ásia Central e no Afganistão;
Wolof - 2,9 milhões no Senegal;

Como orar pelos muçulmanos.
Satanás tem erguido muitas muralhas para impedir os muçulmanos de se abrirem ao Evangelho. Barreiras políticas e nacionais foram criadas entre cristãos e muçulmanos através da história. As Cruzadas dos séculos 11 e 13 formaram feridas profundas de amargura.

Primeiro de tudo, adore a Deus por quem ele é. Agradeça-o por seu grande amor, misericórdia e compaixão. Declare sua soberania e majestade. Segundo, ore pela igreja em todo o mundo — especialmente nas nações muçulmanas. Ore por força, coragem, determinação, ousadia e proteção para os crentes dessas nações. Terceiro, ore pelos perdidos. Muitos muçulmanos estão chegando ao Senhor através de sonhos e visões. Ore por uma visitação divina para líderes chaves dentre os muçulmanos, para que vejam Jesus como quem realmente ele é. Ore por misericórdia pelas nações em conflito, e o número imenso de refugiados em meio às muitas lutas.

Compartilhe com milhões de outros cristãos que oram pelo mundo muçulmano durante o mês de Ramadã. Lembre que a oração fervorosa do justo pode muito em seus efeitos!

Fonte:"blog - missoões e adoração.net

domingo, 6 de junho de 2010

MISSÃO INTEGRAL




“O Evangelho em sua totalidade, Para o homem na sua totalidade, Em todo o lugar”

I – O DESAFIO DO EVANGELHO EM SEU TODO.

A igreja é chamada a pregar o Evangelho sem mutilações na sua hermenêutica, sem amputações quanto a sua doutrina bíblica e sem “particularizações acomodadas por liderança dogmáticas”.

O grande desafio nesse mundo é o retorno corajoso ao Evangelho do Reino, o Evangelho capaz de transformar o mais viu pecador, é a volta do Evangelho ao “TODO”: sem nada acrescentar e sem nada suprimir.

Chegou a hora de nós nos absorvermos de todo o conhecimento das Sagradas Escritura, pois sem este conhecimento jamais conseguiremos fazer missões ou seja anunciar o evangelho TODO.

II – DESAFIO DO EVANGELHO PARA O HOMEM NA SUA TOTALIDADE.

O segundo desafio se relaciona com o chamado da Igreja, não apenas para anunciar, mas para exercer em meio a uma sociedade decadente, a vocação de sal e luz. Nosso desafio como igreja deve ir mais além da preocupação com a “alma do homem”, mas com o homem em TODA a sua complexidade; espiritual, física, social, emocional, financeira, etc.

A palavra de DEUS nos ensina como JESUS curou “toda sorte de doenças”, como “alimentou com pães e peixinhos uma multidão” e como “restaurou vidas perdidas à família e à sociedade”. A salvação é para o homem TODO!!.

III – O DESAFIODO EVANGELHO SENDO ANUNCIADO EM TODO LUGAR.

O terceiro desafio corresponde ao chamado da igreja, e este desafio está relacionado com a responsabilidade de uma visão mais abrangente e ampla da MISSÃO: “em TODO o lugar”. Aqui e lá. Perto e longe. Em Jerusalém e na Judéia, sem esquecer-se de ir a Samaria e dos CONFINS DA TERRA.

A ação local da Igreja, não apenas atinge nossa contextualidade, mas atravessa fronteiras transpõe mares para buscar o homem em todo lugar. Vamos nós trabalhar, somos servos de DEUS, pois a tarefa suprema da igreja é a evangelização mundial, e qualquer visão menor que mundo está distante da visão de DEUS. Ajude-nos a avançarmos na evangelização do mundo: “Contribuindo, Orando, Indo” .